Esses dias olhei pela décima vez o filme “Se beber não case”. E dessa vez analisei e notei que as melhores festas que participei também dariam um bom roteiro de filme. Entretanto, quero deixar claro que nenhuma chegou a ¼ do que estes personagens realizaram, posso até dizer que sou um bom moço perto deles (essa nem eu acreditei). E com certeza vocês devem estar pensando o mesmo nesse momento.
Mas, cada festa seria um filme e passariam por inúmeros gêneros. Elas podem começar sendo um filme de comédia, na metade do filme poderia ser um filme de romance e no final poderia terminar sendo um filme de ação. Ou iniciaria sendo um bom filme de comédia romântica, na metade se transformaria num suspense e acabaria sendo um filme de terror. E outras poderiam até mesmo ser de ficção científica ou mesmo um drama.
Mas vamos mais deixar isso mais profundo, vamos analisar também que nossas vidas também dariam um excelente filme. E agora vamos colocá-la no papel (ou no Word se preferir). Qual artista você escalaria para lhe interpretar? Em que parte você iniciaria o filme? E em que parte você colocaria o famoso “The End”? E que tipo de gênero escolheria, lembrem-se que um filme pode até ter uma pitada de outros gêneros, mas nunca misturaria inúmeros gêneros, pois, seria uma bagunça imensa,.
Eu escolheria para me interpretar o Will Smith (preciso de um mulato bonito e famoso para chamar a atenção). Iniciaria meu filme já na fase adulta, pois, acho minha infância e adolescência não tem nada de interessante pra contar. O problema seria ainda como fazer essa introdução, mas ao menos a fase já está escolhida. E encerraria talvez hoje, assim escrevendo esse texto. E lógico que faria da minha vida uma comédia, pois, acho que teria mais a minha cara.
E escolheria para serem meus pares românticos (sim, já tive amores e quase isso na minha vida) a Angelina Jolie, a Scarlet Johansson, e entre outras mulheres que acho que além de lindas, sexys . Calma amigos é lógico que nunca fiquei com uma mulher desse tipo, mas lembrem-se eu seria o Will Smith, isso é um filme e lógico que faria uma releitura da obra. Se não seria quase certo um fracasso de bilheteria (Se bem do jeito que andam cuidando da minha vida, talvez até venderia).
Mas o que deixaria de deixar bem claro é que vocês pensassem um pouco na vida que estão levando. Até que ponto sua vida está como a do Richard Gere em “Dança comigo”, onde levava uma vida de casa pro trabalho e vice-versa, até que decidiu fazer escondidas aulas de dança? Até que ponto anda a sua vida, antes que ela se transforme em “Um estranho no ninho” ou mesmo irá ficar no “Em busca da Terra do Nunca”? . Claro que não precisamos transformar nossas vidas num “American Pie” para ser divertido, mas nunca, podemos deixar com que nossas vidas sejam um eterno drama. Pois, esse tipo de filme, assistimos apenas uma vez, para não sofrer novamente. Entretanto, podemos fazer com que nossas vidas se transformem como aquele lindo do Roberto Benigni que mistura comédia, drama e romance. Afinal, a vida pode, é e deve ser bela.
Música para ouvir: Linha Vermelha- O Rappa
Tem que recomeçar, tem que construir, tem que avaliar e ter hora para agir ( o tempo todo tem que agir). Vou me benzer, vou orar, vou agradecer (sempre agradecer) vou me rezar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário